Por que escrevi esse livro?
Por que escrevi esse livro?
Trilogia UNIVERSO - Livro II - Consolidação
Maicol venceu grandes e duras batalhas no livro I.
De lerdo a empresário de sucesso. De prisioneiro a detentor de segredos galácticos. De líder de um pequeno grupo avançado a orador de uma multidão.
Mas em todos esses desafios ele nunca esteve só.
No salto de lerdo para empresário… a voz o guiou.
No salto de prisioneiro para grandes segredos… uma senhora italiana deixou saudades.
No salto do grupo avançado para grande orador… amigos e amigas morreram para o salvar.
Agora no livro II eu senti uma inquietação. A de que Maicol se tornou um homem possível de se admirar. Uma pessoa que muitos gostariam de ser.
E não há nada de errado nisso.
O problema é que raramente vemos as lágrimas, o suor, e o sangue derramado daqueles que admiramos.
Foi por isso que em “Consolidação” eu deixei Maicol Mopero do mesmo jeito que todos nós viemos ao mundo… humano e nu.
E para isso não pude poupá-lo — assim como todos nós também não somos — e coloquei-o sozinho em uma batalha onde máquinas de guerra e tecnologia não entram.
E mesmo com essas dificuldades eu o fiz caminhar pela estrada da trama principal da trilogia.
Agora, não vejo outra forma de explicar a “Consolidação” senão por um poema que me atrevo a compor:
O dia do nascimento… ou o dia da morte.
Ambos possuem 24 horas.
E neles sempre recebemos.
Luz, calor… e brilho intenso do Sol.
Escuridão, frio… e uma sutil luz da Lua — que não é dela.
Na luz brincamos, trabalhamos, construímos…
Na escuridão buscamos abrigo, proteção.
Mas a Lua — majestosa, encantadora com a sua forma e brilho — nos seduz.
Mas somos seres feitos para o dia, e não para….
R. Peroma